Ideia do texto copiada totalmente do post de Intense.
Um ano atrás eu tava esperando fazer meus 23 e com meus dramas de sempre: to velha e AINDA não consegui o que quero.
Nesse um ano eu tive sentimentos que não sabia que podiam existir; amei demais, fui feliz demais, senti minha vida fazer sentido, fiz planos de alugar uma casinha com ele – não pra morar, mas pra ter um canto nosso.
Acordava cantando, ligava pra dar Bom Dia e escutar aquela voz tão familiar. Sério, amei mais que eu julgava ser capaz, fui a melhor pessoa que consegui ser.
Era nesse amor que eu encontrava forças pra conseguir seguir mesmo quando eu queria sumir. Era esse amor que me dava apoio pra continuar no emprego que eu detestava, que segurava a barra quando eu era doentemente estressada, ansiosa e depressiva.
Nesse um ano eu fui ao céu e ao inferno.
Senti o gostinho de nuvem, de maçã do amor, passei por dias claros e surpreendentemente felizes. Fui ao fundo do poço, pedi pra morrer, tomei vários comprimidos pra essa dor diminuir.
Passei por amor-de-novela-da-seis, decepção que me arrasou, mentiras, traições, tristeza infinita, noites em claro chorando.
E aí como nada é pra sempre, os dias de sol voltaram.
Veio um emprego novo, a volta aos estudos, a oportunidade de um considerável crescimento profissional, amigos maravilhosos que estavam segurando a minha mão, mudança no visual – daquele de você se olhar e pensar “putaquepario, sou bonita pra caralho!” – comecei meu tratamento pra depressão que eu adiava há tanto tempo e fez com que eu me sentisse, agora, no caminho certo.
Um ano de viagens inesquecíveis, risadas de doer a barriga, choro de doer na alma e, sem dúvida, um ano que entrou pra história desses meus (quase) 24 anos!
Obrigada, Deus!
Um ano atrás eu tava esperando fazer meus 23 e com meus dramas de sempre: to velha e AINDA não consegui o que quero.
Nesse um ano eu tive sentimentos que não sabia que podiam existir; amei demais, fui feliz demais, senti minha vida fazer sentido, fiz planos de alugar uma casinha com ele – não pra morar, mas pra ter um canto nosso.
Acordava cantando, ligava pra dar Bom Dia e escutar aquela voz tão familiar. Sério, amei mais que eu julgava ser capaz, fui a melhor pessoa que consegui ser.
Era nesse amor que eu encontrava forças pra conseguir seguir mesmo quando eu queria sumir. Era esse amor que me dava apoio pra continuar no emprego que eu detestava, que segurava a barra quando eu era doentemente estressada, ansiosa e depressiva.
Nesse um ano eu fui ao céu e ao inferno.
Senti o gostinho de nuvem, de maçã do amor, passei por dias claros e surpreendentemente felizes. Fui ao fundo do poço, pedi pra morrer, tomei vários comprimidos pra essa dor diminuir.
Passei por amor-de-novela-da-seis, decepção que me arrasou, mentiras, traições, tristeza infinita, noites em claro chorando.
E aí como nada é pra sempre, os dias de sol voltaram.
Veio um emprego novo, a volta aos estudos, a oportunidade de um considerável crescimento profissional, amigos maravilhosos que estavam segurando a minha mão, mudança no visual – daquele de você se olhar e pensar “putaquepario, sou bonita pra caralho!” – comecei meu tratamento pra depressão que eu adiava há tanto tempo e fez com que eu me sentisse, agora, no caminho certo.
Um ano de viagens inesquecíveis, risadas de doer a barriga, choro de doer na alma e, sem dúvida, um ano que entrou pra história desses meus (quase) 24 anos!
Obrigada, Deus!
