o.k., não faz nem 15 minutos...
e não sei o que escrever.
Mas como sou uma blogueira chata que posta mesmo sem ter nada interessante, vamos tentar escrever alguma coisa aqui.
Só que como era "coisa infantil" (chá de bebê), teve muita brincadeira (lê-se prendas), que levava à mais baixaria, mas não é isso que quero falar.
Duas delas já têm filhos e levaram para confraternizar conosco (eles não estavam perto na hora que conversamos 'assuntos de adulto' hahaha).
A menina tem 6 meses e o menininho, 1 ano e 8 meses.
Vitória é a coisinha mais linda e tranquila que se possa imaginar! Toda de rosa, babando, sorrindo (ok, eu sei que é reflexo apenas) e apertando nossos dedinhos (reflexo 2).
Toda mulher que chegava na sala ficava com os olhinhos brilhando de ver uma bebezinha tão linda e doce. Já chegava pegando no colo, brincando, sorrindo feito boba e dizendo
"ai, eu quero ter uma filhinha também",
frase repetida 348724897789 vezes.
Depois que desmanchavam a cara de besta, olhavam pra mim (eu estava sentada do lado do carrinho) e perguntavam
Amiga: "Candy, não quer segurá-la também não?"
E eu sempre respondia a mesma coisa
Eu: "Não, não... sou meio sem jeito, tenho medo de machucar Vitória"
Amiga: "Ah, Candy, que pena... ela é um doce"
Eu: "umhum..."
Amiga: "Você não quer ter filho?"
Eu: "Sim... mas é um dia... está muitooo longe ainda..."
Amiga: "Você que pensa" (risos das meninas)
Eu: ¬¬

E eu sempre achando Vitória e Luís Filipe uns amores, umas graças, uns encantos. Mas eu apenas olhava de longe, mexia um pouquinho e saía de fininho.
Até que a mãe de Luís Filipe me vem com essa:
Mãe: "Candyyyy, segura aqui um pouquinho ele porque eu preciso ir correndo lá fora"
Eu: "Eu?!?!?!?!" (cara de assombro)
Mãe: "Éééé... segura logo!"
Foi aí que eu tive que segurar o garotinho para ele não cair da mesa. Ele olhou pra mim e começou a sorrir. Eu sorri meio desconfiada. Ele mexeu no meu brinco e gargalhou. Eu fiquei meio aperriada e sorri de novo. Eis que ele puxa meu braço pra perto de si e fica abraçado comigo. Retribuí o abraço ainda meio desajeitada.
Mas ele não desistia do contato e ficou aconchegado no meu colo.
Aí eu fiquei toda boba, né?
Dizem que é o espírito materno.
As meninas não perdoaram e já foram dizendo "eu não disse?! Tá mais perto do que você imagina".
Eu me recompus e olhei com o canto do olho.
Um segundo depois Luís Felipe (povo pra gostar de nome composto...) já estava no chão brincando de bola.
Mas sabia ele que me fez pensar o resto do dia...
(continuo dizendo que falta muito tempo...)


