
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Eu, o cogumelo!

domingo, 18 de dezembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
O 'enquadradamento' do que eu vi
Nunca me considerei uma pessoa tradicional, sempre me achei meio moderninha mesmo. Talvez fosse por causa da minha geração, dos meus amigos ou por evitar ter preconceitos e por evitar aceitar estereótipos.
Mas aí que os dias vão passando e seu senso de autocrítica vai aumentando.
Descobri que sou um tanto quadradona, de uma puta tradicionalidade que eu me espanto e me envergonho, algumas vezes. Sim, minha geração mais metida a moderna e que acha-tudo-super-normal se faz presente em mim, mas a verdade é que o quadradismo dos meus pais está bastante presente em como eu vejo e encaro as coisas.
Ainda somos os mesmos
E vivemos Como os nossos pais...
E o que desencadeou esse texto de hoje – depois de séculos sem escrever?
Bem, tenho saído e visto cenas que me chocam. Ok, não chegam a me chocar, mas me fazer refletir que mundo é esse que estamos vivendo. E, dessa vez, me refiro às mulheres. Por que elas se rebaixam tanto, gente?
Não pretendo pagar de santa e virgem, não se preocupem.
Não sei se as coisas sempre foram assim e eu estava muito bêbada para perceber ou se tudo tem… ahn, se agravado.
Dia desses eu estava numa boate da cidade (aqueeeela que o menino quebrou o braço da menina. Vocês

viram isso?) e tinha uma menina muito bêbada (e brega!) que tinha acabado de conhecer um menino, os dois começaram a ficar e a mão dele estava por todo corpo dela, na frente de todo mundo. Até que uma meia hora depois eles estavam combinando de esticarem a noite, quando estavam saindo da boate, ele encontrou com mais 2 amigos e foram os 4 pro motel (essa parte da conversa eu escutei porque já era no corredor que leva à saída do local, só tem os resquícios do barulho).
Fiquei pensando nessa menina acordando no outro dia, arrodeada de 3 homens que ela não sabe quem são e provavelmente nem lembrará como chegou ali e o que fez com eles.
Tipo, pra que passar por isso?
Alguém ainda argumentará: “anos lutando para a liberdade sexual e lá vem você retroceder com esse discurso machista”.
Sinceramente? Não sei se é machista, mas é algo que definitivamente não apoio, não pretendo viver e não irei ensinar para minha filha – se eu um dia eu tiver uma.
Ainda presenciei outras cenas, em outras noites, mas já escrevi demais por hoje.
E aí, o que vocês acham? Enquadradei demais?
domingo, 11 de setembro de 2011
Dias de sol

sábado, 28 de maio de 2011
Entre o amor e o coração.
Escolhi o Amor. O Amor por mim mesma, pelo o que me faz bem, o que me faz sorrir, o que me faz sentir confortável, leve como pluma.domingo, 1 de maio de 2011
Eu torço daqui
E aí é difícil demais deixar essa pessoa decidir seu caminho e você só poder assistir.
Desejo, de todo coração, que o seu caminho seja realmente o melhor, que você seja feliz demais e que nós possamos continuar dividindo nossas vidas uma com a outra, gargalhando das desgraças passadas, comendo camarão e sendo as amigas que nos tornamos.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Amar é cuidar
O mínimo que se pode tentar fazer para ajudar uma pessoa que tem doença/transtorno é pesquisar. Tentar entender o que é, o que a pessoa sente, como as pessoas convivem com tal doença, o que pode ser feito, etc.


