Pato Fu canta “distraindo a verdade, enganando o coração”, e é assim que sinto. É como
se eu estivesse, no fim das contas, tentando enganar meu coração. Trabalhando demais, estudando demais, saindo
demais (coisa que nem vontade tenho mais), bebendo demais, conversando demais,
comendo demais, amigos/colegas demais, compras demais.domingo, 24 de junho de 2012
Distraindo o coração
Pato Fu canta “distraindo a verdade, enganando o coração”, e é assim que sinto. É como
se eu estivesse, no fim das contas, tentando enganar meu coração. Trabalhando demais, estudando demais, saindo
demais (coisa que nem vontade tenho mais), bebendo demais, conversando demais,
comendo demais, amigos/colegas demais, compras demais.segunda-feira, 19 de março de 2012
Um Luto

domingo, 26 de fevereiro de 2012
Eu, o cogumelo!

domingo, 18 de dezembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
O 'enquadradamento' do que eu vi
Nunca me considerei uma pessoa tradicional, sempre me achei meio moderninha mesmo. Talvez fosse por causa da minha geração, dos meus amigos ou por evitar ter preconceitos e por evitar aceitar estereótipos.
Mas aí que os dias vão passando e seu senso de autocrítica vai aumentando.
Descobri que sou um tanto quadradona, de uma puta tradicionalidade que eu me espanto e me envergonho, algumas vezes. Sim, minha geração mais metida a moderna e que acha-tudo-super-normal se faz presente em mim, mas a verdade é que o quadradismo dos meus pais está bastante presente em como eu vejo e encaro as coisas.
Ainda somos os mesmos
E vivemos Como os nossos pais...
E o que desencadeou esse texto de hoje – depois de séculos sem escrever?
Bem, tenho saído e visto cenas que me chocam. Ok, não chegam a me chocar, mas me fazer refletir que mundo é esse que estamos vivendo. E, dessa vez, me refiro às mulheres. Por que elas se rebaixam tanto, gente?
Não pretendo pagar de santa e virgem, não se preocupem.
Não sei se as coisas sempre foram assim e eu estava muito bêbada para perceber ou se tudo tem… ahn, se agravado.
Dia desses eu estava numa boate da cidade (aqueeeela que o menino quebrou o braço da menina. Vocês

viram isso?) e tinha uma menina muito bêbada (e brega!) que tinha acabado de conhecer um menino, os dois começaram a ficar e a mão dele estava por todo corpo dela, na frente de todo mundo. Até que uma meia hora depois eles estavam combinando de esticarem a noite, quando estavam saindo da boate, ele encontrou com mais 2 amigos e foram os 4 pro motel (essa parte da conversa eu escutei porque já era no corredor que leva à saída do local, só tem os resquícios do barulho).
Fiquei pensando nessa menina acordando no outro dia, arrodeada de 3 homens que ela não sabe quem são e provavelmente nem lembrará como chegou ali e o que fez com eles.
Tipo, pra que passar por isso?
Alguém ainda argumentará: “anos lutando para a liberdade sexual e lá vem você retroceder com esse discurso machista”.
Sinceramente? Não sei se é machista, mas é algo que definitivamente não apoio, não pretendo viver e não irei ensinar para minha filha – se eu um dia eu tiver uma.
Ainda presenciei outras cenas, em outras noites, mas já escrevi demais por hoje.
E aí, o que vocês acham? Enquadradei demais?
domingo, 11 de setembro de 2011
Dias de sol

sábado, 28 de maio de 2011
Entre o amor e o coração.
Escolhi o Amor. O Amor por mim mesma, pelo o que me faz bem, o que me faz sorrir, o que me faz sentir confortável, leve como pluma.

