Caso você tenha algo contra textos longos, que falem de homem e com palavras de baixo calão, favor retirar-se e voltar no próximo post. Candy agradece.
--Texto escrito em novembro de 2007 --
Começo de 2005. Início da moda Orkut. Depois daqueles joguinhos de comunidade adicionei um menino. Trocamos e-mails durante um tempo e depois nos falamos por MSN. Bonito, divertido, inteligente, esforçado, trabalhador, sem frescura, etc. Não, ele não era gay. Tem alguma coisa estranha num menino com tantas qualidades né? Também achei e minha intuição também me ajudou.
Nessa época ele morava no RJ, apesar de ser de Recife e a família, idem. Nas férias de julho de 2005 ele veio à uma festa na minha cidade e me ligou para nos encontrarmos antes. Eu, logicamente, não fui. Eu não o conhecia e não iria me arriscar. Olha o mundo no qual vivemos. Como a festa era grande e aberta não vi problemas em encontrá-lo lá. Assim que cheguei ele foi a primeira pessoa que vi.
Conversamos horrores e depois ficamos. Além de tudo ele ainda beija bem! Definitivamente tinha algo estranho nessa história. Durante a festa eu fui me divertir com as amigas e só nos encontramos novamente no meio da festa. Ficamos juntos daí até o fim (e olha que demorou para acabar!). E ele super atencioso e carinhoso. No outro dia no começo da manhã ele me ligou e ficamos juntos até a hora do almoço. Já perceberam que há algo muito estranho nisso né?! Nada nem ninguém pode ser tão perfeitamente perfeito.
Ele: Eu to é comportado com você. Não tentei nada demais.
Eu: É... se tivesse tentado eu não estaria aqui com você agora....
Depois disso ele começou a forçar um pouco mais a barra e eu irredutível. Resumindo: ele perguntou se era porque eu não queria nada com ele ou se era por princípios. Eu respondi que eram valores, princípios, minha educação tinha sido assim e blá, blá, blá. Ele perguntou se ele ficasse mais um dia na cidade comigo eu me sentiria mais segura e rolaria algo.
Como assim?! Ele me chamou de insegura porque eu não queria ir além?! Calma, Candy, se controla! Eu respondi que não faria a menor diferença e já comecei a pegar abuso dele e daquela cara dele.
Algum tempo se passou e toda vez que eu ia falar no MSN com ele, o Bonzão (não, não é um elogio. É uma ironia, se não perceberam ¬¬ ) era frio e respondia o básico. Eu fiquei p. da vida e deixei para lá. Eu não disse que estava muito “lindo” para ser verdade?!
Passado algum tempo ele veio falar comigo e conversamos na boa, até que chegamos no assunto da época que nos conhecemos. Ele disse que foi muito bom, mas poderia ter sido melhor (¬¬). Depois emendou com a idéia (quase um desabafo do mais calculado possível ¬¬) de que não tem graça sair “para a noite” para dar apenas uns beijinhos e ficar só nisso.
Candy: O.K.... mas eu não vou ser mais uma para ninguém não.
Bonzão: Foi exatamente por isso que foi só mais uma.
*Calma, Candy, se controla! Mantém a calma querida*
Passei quase dois anos sem conversar direito com ele. Se ele falasse eu respondia, se cruzasse nas ruas da minha cidade, falava também. Mas não do mesmo jeito que antes. Eu não fiquei com abuso da cara dele por eu “ter sido só mais uma”, mas pelo pensamento grosseiro dele e por outras coisas que não vêm ao caso agora.
Vem cá, posso baixar o nível agora? Posso! O blog é meu e eu vou falar! É errado eu não querer sexo com qualquer um? Sai daí! E para mim esse falso desabafo dele teve o intuito de colocar na minha cabeça (ou tentar) que ele me daria mais valor se eu tivesse transado com ele.
Primeiro: eu não faço questão que ele me dê esse valor.
Segundo: eu não acredito nessa teoria dele de jeito nenhum. Prefiro estar em paz com minha consciência, do que fazer algo que eu vá me culpabilizar depois!
Eu me dou o respeito! Eu me dou o valor! Já pensou se eu saísse por aí dando (é, meu caro, eu disse que ia baixar o nível) para qualquer pessoa que eu conhecesse? E não me venham com a teoria do “viver a vida intensamente”, “aproveitar o hoje”, “mundo moderno e liberdade sexual”. O mundo inteiro pode viver freneticamente desta maneira. Mas eu não!
Vocês acham que essa história acabou aí? Que nada! Uns meses atrás Bonzão veio todo amiguinho pro meu lado e da minha irmã. O que ele queria?! Sexo? É... talvez. Mas o intuito principal era que comprássemos o abadá dele e dos amigos para o carnaval fora de época da minha cidade porque ele estava fora e não dava para comprar pelo site. Fizemos esse favor à ele, mas sem intimidade.
Esses dias eu estive em Recife, ele foi lá no prédio e pegou o vale-abadá. Apenas minha irmã desceu e eu fiquei no apartamento, lendo. Ele perguntou de mim e quando Erica disse que eu estava lá (em Recife) ele pediu para ela me dizer que ele estava com raiva de mim (porque não desci para falar com ele) e só me desculparia se eu ligasse para pedir desculpas e chamá-lo para sair.
Peraí! Como é?!?!?!
Eu posso com isso?!?!?! ¬¬
Olha o naipe de cidadão que eu atraio! Preciso nem dizer que não ligue, não fiz questão de saber da raivinha fajuta dele e não o quero perto de mim nem pintado de ouro e cravejado de diamantes.
UPDATE: eu o encontrei no carnaval fora de época (foi em dezembro, lembram?). Cumprimentei, dei um sorriso amarelo e fui embora! ¬¬
--Texto escrito em novembro de 2007 --
Começo de 2005. Início da moda Orkut. Depois daqueles joguinhos de comunidade adicionei um menino. Trocamos e-mails durante um tempo e depois nos falamos por MSN. Bonito, divertido, inteligente, esforçado, trabalhador, sem frescura, etc. Não, ele não era gay. Tem alguma coisa estranha num menino com tantas qualidades né? Também achei e minha intuição também me ajudou.
Nessa época ele morava no RJ, apesar de ser de Recife e a família, idem. Nas férias de julho de 2005 ele veio à uma festa na minha cidade e me ligou para nos encontrarmos antes. Eu, logicamente, não fui. Eu não o conhecia e não iria me arriscar. Olha o mundo no qual vivemos. Como a festa era grande e aberta não vi problemas em encontrá-lo lá. Assim que cheguei ele foi a primeira pessoa que vi.
Conversamos horrores e depois ficamos. Além de tudo ele ainda beija bem! Definitivamente tinha algo estranho nessa história. Durante a festa eu fui me divertir com as amigas e só nos encontramos novamente no meio da festa. Ficamos juntos daí até o fim (e olha que demorou para acabar!). E ele super atencioso e carinhoso. No outro dia no começo da manhã ele me ligou e ficamos juntos até a hora do almoço. Já perceberam que há algo muito estranho nisso né?! Nada nem ninguém pode ser tão perfeitamente perfeito.
Ele: Eu to é comportado com você. Não tentei nada demais.
Eu: É... se tivesse tentado eu não estaria aqui com você agora....
Depois disso ele começou a forçar um pouco mais a barra e eu irredutível. Resumindo: ele perguntou se era porque eu não queria nada com ele ou se era por princípios. Eu respondi que eram valores, princípios, minha educação tinha sido assim e blá, blá, blá. Ele perguntou se ele ficasse mais um dia na cidade comigo eu me sentiria mais segura e rolaria algo.
Como assim?! Ele me chamou de insegura porque eu não queria ir além?! Calma, Candy, se controla! Eu respondi que não faria a menor diferença e já comecei a pegar abuso dele e daquela cara dele.
Algum tempo se passou e toda vez que eu ia falar no MSN com ele, o Bonzão (não, não é um elogio. É uma ironia, se não perceberam ¬¬ ) era frio e respondia o básico. Eu fiquei p. da vida e deixei para lá. Eu não disse que estava muito “lindo” para ser verdade?!
Passado algum tempo ele veio falar comigo e conversamos na boa, até que chegamos no assunto da época que nos conhecemos. Ele disse que foi muito bom, mas poderia ter sido melhor (¬¬). Depois emendou com a idéia (quase um desabafo do mais calculado possível ¬¬) de que não tem graça sair “para a noite” para dar apenas uns beijinhos e ficar só nisso.
Candy: O.K.... mas eu não vou ser mais uma para ninguém não.
Bonzão: Foi exatamente por isso que foi só mais uma.
*Calma, Candy, se controla! Mantém a calma querida*
Passei quase dois anos sem conversar direito com ele. Se ele falasse eu respondia, se cruzasse nas ruas da minha cidade, falava também. Mas não do mesmo jeito que antes. Eu não fiquei com abuso da cara dele por eu “ter sido só mais uma”, mas pelo pensamento grosseiro dele e por outras coisas que não vêm ao caso agora.
Vem cá, posso baixar o nível agora? Posso! O blog é meu e eu vou falar! É errado eu não querer sexo com qualquer um? Sai daí! E para mim esse falso desabafo dele teve o intuito de colocar na minha cabeça (ou tentar) que ele me daria mais valor se eu tivesse transado com ele.
Primeiro: eu não faço questão que ele me dê esse valor.
Segundo: eu não acredito nessa teoria dele de jeito nenhum. Prefiro estar em paz com minha consciência, do que fazer algo que eu vá me culpabilizar depois!
Eu me dou o respeito! Eu me dou o valor! Já pensou se eu saísse por aí dando (é, meu caro, eu disse que ia baixar o nível) para qualquer pessoa que eu conhecesse? E não me venham com a teoria do “viver a vida intensamente”, “aproveitar o hoje”, “mundo moderno e liberdade sexual”. O mundo inteiro pode viver freneticamente desta maneira. Mas eu não!
Vocês acham que essa história acabou aí? Que nada! Uns meses atrás Bonzão veio todo amiguinho pro meu lado e da minha irmã. O que ele queria?! Sexo? É... talvez. Mas o intuito principal era que comprássemos o abadá dele e dos amigos para o carnaval fora de época da minha cidade porque ele estava fora e não dava para comprar pelo site. Fizemos esse favor à ele, mas sem intimidade.
Esses dias eu estive em Recife, ele foi lá no prédio e pegou o vale-abadá. Apenas minha irmã desceu e eu fiquei no apartamento, lendo. Ele perguntou de mim e quando Erica disse que eu estava lá (em Recife) ele pediu para ela me dizer que ele estava com raiva de mim (porque não desci para falar com ele) e só me desculparia se eu ligasse para pedir desculpas e chamá-lo para sair.
Peraí! Como é?!?!?!
Eu posso com isso?!?!?! ¬¬
Olha o naipe de cidadão que eu atraio! Preciso nem dizer que não ligue, não fiz questão de saber da raivinha fajuta dele e não o quero perto de mim nem pintado de ouro e cravejado de diamantes.
UPDATE: eu o encontrei no carnaval fora de época (foi em dezembro, lembram?). Cumprimentei, dei um sorriso amarelo e fui embora! ¬¬

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