
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
"Eu vejo um novo começo de era" (2)

quarta-feira, 1 de maio de 2013
"Eu vejo um novo começo de era..."
domingo, 21 de abril de 2013
Ei, psiu! vem me explicar aqui, vem
Não, não é desculpa. Ou talvez seja e, por favor, aceitem.
É até clichê dizer que muita coisa aconteceu nesse período, mas nem estou a fim de falar sobre isso.
A vida é tão estranha e pode dar tantas voltas que chego a, sinceramente, me perder nesses loops.
Acordei e passei esse dia de domingo com uma paz incomum no coração. Nada de ansiedade, angústia, aperreio, tristeza...sentimento nenhum, apenas paz e com a cabeça sem estar um turbilhão. Que delícia de sensação!
Eis que, antes de dormir, me aparece uma situação nova e que nem interessa agora, no momento.
É só que não sei nem como explicar, escrever (já pode ir embora, bloqueio), apontar para vocês. Nunca vou conseguir entender a facilidade com que as pessoas conseguem mentir. Sério.
Minto pácarai, mas geralmente com coisas bobas como não dizer que a roupa está horrível, ou aquele "estou ótima" com um sorriso no rosto, quando na verdade nem estou.
Prefiro até me isolar para evitar mentiras.
Só que tem gente que não: tem gente que mente, chora, olha nos seus olhos, faz juras e é tudo mentira.
Nem vou entrar pro mérito de mais um monte de coisa, mas só consigo me fazer UMA pergunta: pra quê?
Pra que tanta mentira? Coisas até pequenas, sabe? Pra que mentir?
E aí que eu queria uma explicação racional.
Nada de usar de emoção, nada de usar da fé (Deus, já estou me cansando desses seus sinais que ninguém entende, hein?), nada de qualquer outra ferramenta.
Só quero o racional.
Alguém pode me ajudar?!
Acabei de decidir que vou passar mais tempo em casa, voltar a ler sites/blogs e postar mais.
Só não sei ainda se é verdade.
*Será que as pessoas mentem achando que são verdades? Será que são verdades naquele ínfimo instante e só depois passa a ser mentira? Será que a jura é verdadeira enquanto pronunciada?
domingo, 24 de junho de 2012
Distraindo o coração
Pato Fu canta “distraindo a verdade, enganando o coração”, e é assim que sinto. É como
se eu estivesse, no fim das contas, tentando enganar meu coração. Trabalhando demais, estudando demais, saindo
demais (coisa que nem vontade tenho mais), bebendo demais, conversando demais,
comendo demais, amigos/colegas demais, compras demais.segunda-feira, 19 de março de 2012
Um Luto

domingo, 26 de fevereiro de 2012
Eu, o cogumelo!

domingo, 18 de dezembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
O 'enquadradamento' do que eu vi
Nunca me considerei uma pessoa tradicional, sempre me achei meio moderninha mesmo. Talvez fosse por causa da minha geração, dos meus amigos ou por evitar ter preconceitos e por evitar aceitar estereótipos.
Mas aí que os dias vão passando e seu senso de autocrítica vai aumentando.
Descobri que sou um tanto quadradona, de uma puta tradicionalidade que eu me espanto e me envergonho, algumas vezes. Sim, minha geração mais metida a moderna e que acha-tudo-super-normal se faz presente em mim, mas a verdade é que o quadradismo dos meus pais está bastante presente em como eu vejo e encaro as coisas.
Ainda somos os mesmos
E vivemos Como os nossos pais...
E o que desencadeou esse texto de hoje – depois de séculos sem escrever?
Bem, tenho saído e visto cenas que me chocam. Ok, não chegam a me chocar, mas me fazer refletir que mundo é esse que estamos vivendo. E, dessa vez, me refiro às mulheres. Por que elas se rebaixam tanto, gente?
Não pretendo pagar de santa e virgem, não se preocupem.
Não sei se as coisas sempre foram assim e eu estava muito bêbada para perceber ou se tudo tem… ahn, se agravado.
Dia desses eu estava numa boate da cidade (aqueeeela que o menino quebrou o braço da menina. Vocês

viram isso?) e tinha uma menina muito bêbada (e brega!) que tinha acabado de conhecer um menino, os dois começaram a ficar e a mão dele estava por todo corpo dela, na frente de todo mundo. Até que uma meia hora depois eles estavam combinando de esticarem a noite, quando estavam saindo da boate, ele encontrou com mais 2 amigos e foram os 4 pro motel (essa parte da conversa eu escutei porque já era no corredor que leva à saída do local, só tem os resquícios do barulho).
Fiquei pensando nessa menina acordando no outro dia, arrodeada de 3 homens que ela não sabe quem são e provavelmente nem lembrará como chegou ali e o que fez com eles.
Tipo, pra que passar por isso?
Alguém ainda argumentará: “anos lutando para a liberdade sexual e lá vem você retroceder com esse discurso machista”.
Sinceramente? Não sei se é machista, mas é algo que definitivamente não apoio, não pretendo viver e não irei ensinar para minha filha – se eu um dia eu tiver uma.
Ainda presenciei outras cenas, em outras noites, mas já escrevi demais por hoje.
E aí, o que vocês acham? Enquadradei demais?
domingo, 11 de setembro de 2011
Dias de sol

sábado, 28 de maio de 2011
Entre o amor e o coração.
Escolhi o Amor. O Amor por mim mesma, pelo o que me faz bem, o que me faz sorrir, o que me faz sentir confortável, leve como pluma.domingo, 1 de maio de 2011
Eu torço daqui
E aí é difícil demais deixar essa pessoa decidir seu caminho e você só poder assistir.
Desejo, de todo coração, que o seu caminho seja realmente o melhor, que você seja feliz demais e que nós possamos continuar dividindo nossas vidas uma com a outra, gargalhando das desgraças passadas, comendo camarão e sendo as amigas que nos tornamos.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Amar é cuidar
O mínimo que se pode tentar fazer para ajudar uma pessoa que tem doença/transtorno é pesquisar. Tentar entender o que é, o que a pessoa sente, como as pessoas convivem com tal doença, o que pode ser feito, etc.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Aponta pra fé e rema
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Preguiça, sabe?
Se existe algo que eu sei que eu passei em 2009 e 2010 foram maus bocados. Chorei, sofri, me fez doer e sangrar.
E daí hoje eu tenho preguiça. Preguiça de pessoas má intencionadas, preguiça de sofrer de novo, preguiça de dar atenção ao que não me faz bem.
Não fico com raiva, não me irrito, não olho com canto de olho, não faço biquinho. Só preguiça, muita preguiça.
E, ei, senti muita preguiça dele esse fim-de-semana.
Estar namorando outra e estar comigo sem eu saber de nada já é repeteco na minha vida, já passei por isso e fiquei péssima.
Ontem não.
Gente, sério, que preguiça disso tudo.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Bye-Bye e Vem-Vem.
Sabe aquele clichezão de que ano novo vida nova? Acredito demais nisso.
Acredito que o ano que bate na porta será melhor, que serei uma pessoa melhor, que as pessoas serão melhores, que o sol brilhará forte, que os nossos sorrisos serão mais verdadeiros, nossas ações mais puras.
Esse ano de 2010 foi um ano bem intenso, vide post passado, mas que, meu Deus, que ano maravilhoso!
Agradeço demais tudo que vivi, por pior que possa ter parecido na época. Ainda não cheguei ao ponto de rir de alguns acontecimentos, mas consigo olhar com mais calma.
Quem gosta de ficar sofrendo, né? Bem, eu não.
As lágrimas que derramei, o desespero que passei, as crises de ansiedade, foram terríveis.
Mas e daí? O ano está terminando e eu só tenho a agradecer.
Trabalhei o ano todo, juntei uns trocados, solidifiquei algumas amizades, conheci pessoas maravilhosas, fui a ótimas festas, fiquei mais amiga da minha irmãzinha, fiz viagens MARAVILHOSAS, vivi experiências completamente novas, me diverti, cresci demais, senti que eu posso ser cada vez mais e melhor.
E, o principal, aprendi a não ficar em histórias que me fazem mal, que minha felicidade é mais importante, que o medo não pode nos paralisar, que a vida é linda... basta saber olhar.
Nada mais justo que agradecer alguns blogueiros – sei que vou ser injusta porque sempre acabo esquecendo alguém: Antônio, Intense e Polly que me acudiram quando eu mais precisei; Kari que me convidou para passar uns dias na casa dela, me tirando do furacão que eu estava vivendo em Natal e que me ligava quando eu estava mais desesperada
Ano de troca de ‘namorado’, de emprego, de visual, de alguns comportamentos, de sexo...ops, de sexo não.
=P
Ano de mudanças mesmo!
Em 2011 quero continuar crescendo profissionalmente, juntar mais dinheirinho, estudar mais, me dedicar ao ballet, cuidar do meu corpo e dar conta de todos os meus amigos.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Entre dois Novembros
Um ano atrás eu tava esperando fazer meus 23 e com meus dramas de sempre: to velha e AINDA não consegui o que quero.
Nesse um ano eu tive sentimentos que não sabia que podiam existir; amei demais, fui feliz demais, senti minha vida fazer sentido, fiz planos de alugar uma casinha com ele – não pra morar, mas pra ter um canto nosso.
Acordava cantando, ligava pra dar Bom Dia e escutar aquela voz tão familiar. Sério, amei mais que eu julgava ser capaz, fui a melhor pessoa que consegui ser.
Era nesse amor que eu encontrava forças pra conseguir seguir mesmo quando eu queria sumir. Era esse amor que me dava apoio pra continuar no emprego que eu detestava, que segurava a barra quando eu era doentemente estressada, ansiosa e depressiva.
Nesse um ano eu fui ao céu e ao inferno.
Senti o gostinho de nuvem, de maçã do amor, passei por dias claros e surpreendentemente felizes. Fui ao fundo do poço, pedi pra morrer, tomei vários comprimidos pra essa dor diminuir.
Passei por amor-de-novela-da-seis, decepção que me arrasou, mentiras, traições, tristeza infinita, noites em claro chorando.
E aí como nada é pra sempre, os dias de sol voltaram.
Veio um emprego novo, a volta aos estudos, a oportunidade de um considerável crescimento profissional, amigos maravilhosos que estavam segurando a minha mão, mudança no visual – daquele de você se olhar e pensar “putaquepario, sou bonita pra caralho!” – comecei meu tratamento pra depressão que eu adiava há tanto tempo e fez com que eu me sentisse, agora, no caminho certo.
Um ano de viagens inesquecíveis, risadas de doer a barriga, choro de doer na alma e, sem dúvida, um ano que entrou pra história desses meus (quase) 24 anos!
Obrigada, Deus!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Obrigada!
E essa frase resume tudo.
Obrigada por não ter me levado mesmo quando eu implorava pra morrer; obrigada por Kari ter me ligado; obrigada pelas conversas com Antônio e Polly; obrigada pelos e-mails de Intense.
Obrigada por não ter uma faca perto de mim naquela hora. Obrigada por me dar a oportunidade de ter amigos que me ajudam, por eu ter uma boa saúde física, por me dar força para procurar ajuda profissional.
Obrigada por ter me feito sobreviver quando tudo que eu mais queria era morrer.
Obrigada por hoje, um dia depois do cruel desespero, eu ter planos pro meu futuro, por eu ser a nova psicóloga da Unimed, por me fazer sorrir, por ter uma casa com uma família que me ama, por ser inteligente e ter um sorriso lindo (cof cof).
Sério, Deus, obrigada! Nunca confiei tanto em você como nessas últimas horas, você foi meu último refúgio e não me abandonou um segundo sequer, mesmo eu pensando ao contrário.
Obrigada.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
E aqui dentro não para de sangrar
Mas da saudade eu tenho medo
Você não sabe eu vou contar todo segredo
Esses caminhos eu conheço
Andar sozinho eu não mereço
*meu muito obrigado a Kari, Polly e Antonio por escutarem toda essa minha ladainha esses dias.
domingo, 19 de setembro de 2010
Vou sozinha...
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
(sem título)
Chego a ficar parada no parapeito do meu apartamento, olhando aquele trânsito todo lá embaixo, imaginando como seria se eu me jogasse, em cima de que carro eu cairia, qual carro acabaria de esmagar meus ossos e passaria por cima do meu corpo já morto; desligo os celulares, coloco a música no volume mais alto pra que os vizinhos não me flagrem em pleno surto. Quero desistir de tudo, fugir, morrer, desaparecer.
E tu, quando menos espero, chega do trabalho, abre a porta de casa e diz "cheguei, amor", com um lindo sorriso no rosto, com aquela barroquinha que só você tem, agarra minha cintura, da um beijo molhado na minha boca, um abraço carinhoso... eu encosto meu rosto no seu peito e sinto aquele cheiro tao familiar e toda minha loucura desvanece.
Com uma brincadeira qualquer você me arranca um sorriso e eu tenho certeza de onde eu quero estar e quem pode me fazer feliz.




